caso opaco
Fechamos as portas do belo,
Agora feio é bonito,
pulga esta somente em sua orelha,
Dos poucos galhos que agarro no tombo
Arranho-me inteiro,
Acabei de fazer aquela velha pergunta,
Essa que fazemos aos dias frios,
Onde gelo esta no estomago vazio, de
Respirar sem saber,
A base da estrutura já formada objeto, consolo
ideal e substituído do mesmo modo,
plantas abutres e nós de muitos,
coerência sem essência definida,
morto desabafo de suspiro,
a padre confessor de muitos,
foi de longe que perto esteve,
vezes mais ao fim distante,
Equivalendo coalhar do vento crespo,
abram as portas,
fechem os livros...
Everton Strapasson
Publicado no Recanto das Letras em 03/07/2008
Código do texto: T1063362