um suicídio a cada instente,
um suicídio a cada instente,
freia o meu pensamento em cosntante,
deixa cego meu espivito
abrindo o céu de desperdiços...
não tem como à um ser
sou apEnas, vão querer???...
onde marco tomo um tiro
onde lastro sou sinistro,
onde deito, nem um só,
onde pode ou pior...
de verdades e mentiras,
ou de preces, ou de intrigas
ninguém ve ninguém se da,
o coletivo é a sorte, da miséria ou da pá...
os delírios e os visares,
onde querem, onde estares...??
claros correios do incerto,
poveem mais este nobre e fértil cérebro,
do imenso polegar do país,
que é de gente de arte, feliz,
que vagueia sem vistas nem vaso,
e são entes da paz da paisagem cultura da morte...
da vida ,
postiça...
minhoto
Publicado no Recanto das Letras em 05/07/2008
Código do texto: T1065311
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