Coração Profano
Coração profano,
Dominado pela ira de viver na escuridão...
Solitário, foi jogado ao fogo,
Sobre os cadáveres mortos de assassinos cruéis
Um espectador com asas...
Nada mais além da distância segura das chamas...
Chama que queima de dentro para fora
Faz verter gritos de desespero
Enquanto o sangue borbulha em ódio
Embriagante fúria
Domina a essência de um anjo decaído
Tiveras seu coração torrefeito
A chama acesa de suas lembranças
Alimenta o desejo de vingança
Vai cumprir a profecia
Thiago Kaza
Publicado no Recanto das Letras em 07/11/2009
Código do texto: T1910102
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