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Texto

| "Soneto à Edileusa". 31 de maio e a chuva cai em gotas finas, E vento gélido lá no recôndito da alma, Me empresta o tom roxo, da mão, na palma, Ante o impenetrável da mente edileusina. Nos trilhos, o trem, veloz, corre, desliza, A sua cabeça, leve, recosta em meu ombro, E, na tempestade vejo um corpo nos escombros, Um quadrio tétrico, e, uma imagem quie desliza. Sim, desliza c omo se fosse um vídeo imaginário, Na sucessão de cenas particulares do cenário, Que mais parecem uma fita rota. É hora de saltar, e, o seu corpo que me enlaça, E, com o seu beijo, bebo eu, na mesma taaça, O vinho em nossa alma absorta |
| YOSEPH YOMSHYSHY |
| Publicado no Recanto das Letras em 15/05/2008 Código do texto: T990807 |
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Sobre o autor

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YOSEPH YOMSHYSHY
Arujá/SP - Brasil, 65 anos, Escritor Profissional
248 textos (8414 leituras)
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