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Texto

CLICHÊ, CHAVÃO, FRASE FEITA ------------------------------------------------------------------------ • Clichê, chavão, frase feita, cacoetes, são expressões que se tornaram vazias de sentido ou se trivializaram, por força de terem sido demasiadamente repetidas. Tipos fundamentais de clichê 1. O da linguagem falada que se desenvolve no intercâmbio social, como resultante da própria rotina das relações entre pessoas (interpessoais). 2. O da linguagem escrita, principalmente literária, consiste na repetição abusiva de fórmulas achadas por um escritor. • O ambiente de circulação dessas duas categorias pode inverter-se mutuamente, ou seja, o clichê oral pode ser introduzido num texto literário com determinados fins, como conferir realismo ao diálogo. Por seu turno os clichês literários podem ser utilizados na fala, entre pessoas cultas, ou de maneira geral, incluindo pessoas iletradas que desconhecem a origem e o contexto em que estão os clichês. • O clichê pode enriquecer e dar expressividade a um texto, ou apenas facilitar a compreensão dele. Mas, pode também, torná-lo um agrupamento de expressões lugares-comuns, vazias de sentido, empobrecendo o texto. Assim, evite expressões pobres de valor informativo, modismos ou chavões que vulgarizam o texto. O Manual de Redação da Folha de São Paulo recomenda evitar as expressões abaixo (clichês) sempre que for possível:
• Marshall McLuhan, considerado o papa da comunicação, observa que o uso do clichê é muitas vezes um impulso interior, como o uso da gíria dentro de um determinado comportamento coletivo. E de quando em quando não podemos evitar o uso do chavão, do lugar-comum. ®Sérgio. _______________________________ Para copiar o texto: selecione-o e tecle Ctrl + C. Se você encontrar erros (inclusive de português), por favor, me informe. Agradeço a leitura do texto e, antecipadamente, qualquer comentário. |
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| Ricardo Sérgio | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Publicado no Recanto das Letras em 08/11/2007 Código do texto: T729110 |
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Sobre o autor

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Ricardo Sérgio
Campo Grande/MS - Brasil, 62 anos
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