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Texto

| 13 - "sono pesado" Sabem o que é "dormir com sono pesado?", claro que sabem. Quando não sabem inventam, a leitura dá, ensina, cria coisas fabulosas. Sem a leitura as fábulas não existiriam, pRonto. (quando souber qual é a ligação que quero, sei mas não sei..., eu ligo :) ... Se quiser seguir o endereço ou ligação, não precisa ter pRessa, R continua preso. Acordei de sono pResado... estou pesado, vou ver se fico mais leve: tomar um duche, para espantar o sono de vez. Sabem o que é um "encantador de serpentes"?, claro que sabem. Sigam a leitura, deixem-se encantar pelo movimento da flauta, seguindo a escrita. Transcrevo: «Prezado Francisco. Gostei muito das suas "crônicas" criadas a partir do meu livro "Crônicas do amanhecer", nas quais você expressa suas opiniões com base em cada crônica minha, passo a passo. Essa informalidade é que torna sua análise crítica original. Mesmo porque eu não conhecia ninguém que escrevesse sobre um livro assim, capítulo por capítulo, caprichando nos detalhes... Sobre a necessidade, sugerida por você, de divulgar o que os autores acham sobre o meu livro no Blog da nossa Oficina Literária, discordo. Pois estamos com problemas de espaço em nosso blog que é utilizado apenas para os exercícios de análises críticas de textos que circulam em nossa Lista de Discussão, e são vários autores, ávidos de críticas e resenhas. Porém, todas as críticas aos meus escritos particulares estão em exposição em meu blog particular, onde suas crônicas, Francisco Lindo, já estão em exposição, mesmo à sua revelia! http://maria-limeira.zip.net Achei também muito interessante você interagir com a nossa Oficina Literária, mesmo sem fazer parte dela, formalmente, apesar de já ter sido convidado mais de uma vez. Um abraço, um cheiro, e muitos "jinhos", como diz a Ana Maria Costa. Obrigada. Bem-haja! E Saludos! Maria José Limeira.» Raios... se como nar_Ra_dor sou um personagem, o autor é outro personagem... Francisco. Francisco recebeu um email publicado público, eu publico e comento. Um momento... Sim, era o telefone, deus disse-me adeus e deixou-me por minha conta neste conto, para caprichar (o) ponto! Não precisava ter 'se' dado ao incómodo, mas é sempre um modo bom de deixar um a_teu calmo com a alma a conduzir-lhe a escrita ser_ena: nem exuberante (exubeRante), nem eu_fó__ica, nem... Cá vamos seR autor: Não andei nem perto dum enunciado semelhante: «Sobre a necessidade, sugerida por você, de divulgar o que os autores acham sobre o meu livro no Blog da nossa Oficina Literária». Essa ideia não me passaria pela cabeça, a que me passou e passa é simples, leia e medite, estamos aqui (é ler e reler): ... (ainda não estamos, mas será a próxima crónica do autor...) Eu sei que queriam seguir a ligação, não, conti_nu_e... O que escrevi foi diferente: «Sabes o que sugeria para a Oficina Literária?, [http://oficina-blog.zip.net/] o convite a cada autor para ser o primeiro a descascar nu s_eu texto» Completamente diferente, não é? {A leitura, por sua vez, ainda é mais diferente: você, caro leitor/a, adivinha as uvas e faz o vinho e - bebe-o e bebe-o - , com moderação ou excesso, a mim cabe-me moderar a acção deixando a Mim em Paz: em La Paz?, onde queira. Continuem a visitar os deuses www.olhares.com com de_lí_cia e bom proveito! Claro, continuem por aqui... http://www.recantodasletras.com.br/mensagens/278543} |
| Francisco Coimbra |
| Publicado no Recanto das Letras em 10/11/2006 Código do texto: T287516 |
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Sobre o autor

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Francisco Coimbra
Portugal
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